segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Viagens

           Outro dia me perguntaram sobre férias e viagens:
           - Você viaja pouco... precisa conhecer a sensação de subir no Empire State, ver a paisagem do alto da torre Eiffel, visitar as pirâmides.
           Esse comentário me fez pensar um pouco sobre as viagens que fiz e, sinceramente, trouxeram pouca bagagem sentimental e muita bagagem material.
           Conheço mais a história e as obras do museu do Louvre do que a maioria que foi visitar e ver tudo ao vivo. Claro... a sensação é muito maior ao vislumbrar com os próprios olhos, mas sem estudar as obras é inútil tentar apreciá-las... é apenas para impressionar os amigos dizendo que visitou o maior museu do mundo.
            Viajar é uma das maiores aventuras que podemos experimentar, mas diferente de conhecer prédios e estruturas, acredito que o melhor é conhecer a cultura de outros povos. Mas para conhecer uma cultura diferente é preciso saber quem você é, profundamente, caso contrário haverá barreiras e preconceitos que lhe impedirão de desfrutar a plena liberdade de conhecer outra pessoa e, saber que essa pessoa é apenas mais um tripulante da imensa nave em que viajamos pelo universo.
             Talvez a maior viagem que alguém pode empreender é para dentro de si mesmo: conhecer a caverna do coração e as avenidas do pensamento. É uma viagem solitária, nem sempre agradável... Muitos a fazem em outros lugares, principalmente em Caminhos santificados como o de Compostela, mas não é algo fundamental, ajuda quando você busca espiritualidade ou misticismo.
              Em suma, as viagens podem trazer um certo prazer momentâneo, uma saída da rotina, uma paisagem nova... é um deslumbramento fugaz que tentamos prolongar mostrando as fotos para os amigos que, na totalidade dos casos, está completamente desinteressada, pois pode pesquisar na internet fotos mais profissionais do que as suas.
              A viagem dentro de si, não trás nenhuma lembrança para os outros, mas muda o seu relacionamento com as pessoas, aproximando aquelas que são verdadeiras na sua essência... sim, pois as falsas... essas vão preferir fazer elogios invejosos, afinal não sabem fazer mais nada do que bajular aquilo que cobiçam.
               Você tem a liberdade de viajar à vontade... só não esqueça de levar seu animal de estimação ou deixá-lo com alguém responsável.
                           

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Conversas

     Há um texto que diz:
     - Pessoas pequenas conversam sobre outras pessoas, Pessoas comuns conversam sobre coisas, Pessoas grandes conversam sobre idéias.
     Outro texto foi atribuído a Sócrates:
     - Numa conversa se lhe ocorrer a vontade de compartilhar com os demais lembre-se das três peneiras:
     1) Verdade:  Pergunte-se se você tem certeza de que esse fato é absolutamente verdadeiro. Se lhe sobrar no espírito alguma dúvida ou receio, então, não pode ser tido como verdadeiro.
     2) Bondade: “Pergunte-se se o que você vai contar, mesmo que seja verdade, se gostaria que os outros também dissessem a seu respeito”. Se por qualquer motivo lhe causar horror ou transtorno, então não pode ser tido como algo bondoso.
     3) Necessidade: Pergunte-se se você acha mesmo realmente necessário contar esse fato ou mesmo passá-lo adiante ? Respondendo : Por que ? A pessoa te deu esta liberdade ? Isto irá beneficiá-la ? Irá fazer-lhe algum bem ?
     Se o que você irá contar realmente passou pela terceira peneira, então, poderá passar adiante.
   
     Interessante e pode ser aplicado, mas é quase impossível se ater a essas regras, principalmente na informalidade... e é no lazer que ocorrem as conversas mais divertidas e memoráveis.
     Vendo por esse ponto as conversas podem ser classificadas da seguinte forma:
      1) Conversas sobre nada (dizem que sou muito bom nisso). O famoso papo-furado que não acrescenta em nada, mas diverte e nos faz rir. Envolve pessoas, idéias, coisas, nem sempre é verdade e nem de longe existe a necessidade. Foge completamente das regras acima, mas ajuda a passar o tempo e elimina completamente a solidão.
      2) Conversa sobre coisas. Essa conversa abrange negócios, trabalho, conhecimento, experiência... Normalmente coloca um interlocutor como palestrante e outro como ouvinte, ou ainda, um debate de pontos de vista diferentes. Sempre que participo dessas conversas me vejo numa posição de superioridade, inferioridade ou conflito. Pode acrescentar muito na vida se estiver disposto a ouvir, mas se a idéia discutida já tiver consolidada dentro de si, a saliva vai ser gasta inutilmente.
      3) Conversa sobre sentimentos. A mais evitada de todas as conversas. Quase ninguém se expõe e, certamente, deveria ser o tema central de todas as conversas. Quando alguém vai falar sobre isso, normalmente recorre a um profissional (psicólogo, psiquiatra ou padre) para que o conteúdo fique em sigilo. Que mundo é esse onde as pessoas se sentem fragilizadas ao se abrirem inteiramente para outra? Tudo que vivemos é mentira, então?!... ou... não podemos ser imperfeitos para ninguém, sob o risco de usarem nossas imperfeições contra nós mesmos, sendo que essas imperfeições existem na grande maioria das pessoas, mas têm vergonha de mostrar.
     
       Felizmente tenho meus cães que me ouvem sempre, sobre todos os sentimentos, angústias... e eles me respondem com o olhar... e isso basta!

                                            

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Filosofia, Amor e Ética

          Segundo o Professor e Filósofo Clóvis de Barros Filho o ato de doar (dar aquilo que te pertence para outrem) se divide em dois: o doar sem reflexão que é o Amor e a doação pela razão que é a sua cópia, a Generosidade (há a opção de não doar, mas existe o benefício maior no contrário) e só aquele que doa pode saber qual a diferença.
          Fidelidade, Tolerância também são virtudes morais que imitam o Amor. Mas qual o sentimento que corresponde ao Amor? Para isso ele se socorre em três grandes pensadores, porém todos são divergentes.
          O primeiro é Platão, matemático e filósofo grego. Famoso pela expressão "amor platônico", cuja definição é confusa e um pouco avessa ao conceito original. Em sua obra "O Banquete" ele disserta sobre o Amor. Platão chama o Amor de "Eros" e ele, simplesmente, o define como desejo. Você ama aquilo que deseja quanto mais você deseja, mais você ama. O desejo é aquilo que falta, você deseja sempre aquilo que não possui. Do momento que você tem, o amor não existe mais. A vida seria terrível se Platão tivesse razão, mas a sociedade atual imprime essa definição, como exemplo as empresas atuais exigem metas, e metas nada mais são que o dinheiro que ainda não temos e desejamos alcançar. E ficamos sempre como o burro com a cenoura amarrada em sua frente, saindo da zona de conforto: ginásio, colegial, faculdade, estágio, emprego, gerência, diretoria, presidência... e quando alcançamos a "meta" outra meta nos é apresentada e a vida nunca começa, torcemos pelo fim-de-semana, torcemos pelo feriado, torcemos pelas férias, torcemos pelo final-do-ano... e quando vemos estamos torcendo para a vida acabar.
           Aristóteles define Amor como Alegria, alegria pela presença. A satisfação por aquilo que você já possui, uma reconciliação com o mundo atual. Não somos preparados para a alegria, fomos educados para o desejo. Aristóteles chama o Amor de "Philia" que é a passagem para um estado mais potente do próprio ser, o sentimento de se sentir energizado nos momentos em que a alegria passa pela nossa vida. Amar tudo aquilo que te alegra. Tendo essa como definição: a simplicidade é a chave para uma vida mais feliz, afinal aquele que se alegra com coisas simples tem mais oportunidades de ser feliz do que aquele que só se contenta com complexidades.
           A terceira definição de Amor é "Agape" o amor de Cristo. Talvez seja o caminho certo para a felicidade: em Eros (Platão) o Amor é o alvo a ser alcançado e quando alcançado é imediatamente trocado... é um amor centrado no amante, no que faz falta ao amante, o amado pode ser trocado constantemente. Em Philia (Aristóteles) o amado é um instrumento para a felicidade do amante, o amado deve alegrar o amante, o amado é um instrumento da felicidade do amante. Em Ágape o que importa é o amado, você abre mão de seu desejo e de sua alegria pelo desejo e alegria do outro. Indo além, o amor de Cristo é pelo próximo e por "próximo" entendemos ser "qualquer um". É o mais perfeito, mas também o mais difícil de se alcançar, pois necessita de um desapego tal que anule o ego completamente.
            Podemos ver o Amor de Platão na maioria dos animais... Podemos ver o Amor de Aristóteles nos cães... Mas o Amor de Cristo "Ágape", esse só pode ser alcançado por humanos, pois vai de encontro aos nossos instintos de sobrevivência forjados com milhões de anos de evolução e, somente nós, podemos sobrepujar a natureza com a nossa consciência. Talvez será necessário mais um passo no progresso do "Homo sapiens sapiens" para atingir o Ágape.

                                    

       
         

quinta-feira, 20 de março de 2014

Vida Eterna

       Se lhe fosse ofertado a VIDA ETERNA. Qual seria a sua resposta?
       A maioria, sem pestanejar, aceitaria como se fosse uma benção. Mas pensando muito bem sobre o assunto... seria mesmo uma... dádiva?
       Procurando exemplos no cinema americano, os imortais mais comuns são os vampiros e, vejam, Drácula, Nosferatu e, mais recentemente, os personagens da trilogia "Crepúsculo"... Todos os vampiros são melancólicos ou extremamente sádicos. O porquê, talvez, seja devido à perda dos entes queridos e, também, porque tudo vai ficar sem graça, não vai haver novidades ou novas experiências para nos estimular.
       No filme Highlander, o personagem principal encontra o amor muito cedo e passa séculos vivendo apenas de suas lembranças.
       Em Zardoz, outro filme com Sean Connery, este encontra uma sociedade de imortais que vivem todos jovens bonitos, vivendo em abundância e paz em uma vida rural e agrícola mesclada com alta tecnologia biogenética e eletrônica. O resultado é a esterilidade, solipsismo, frieza, indiferença com o próximo, todos condenados ao tédio e à imortalidade. E pior: suas memórias foram geneticamente apagadas para não lembrarem-se como tudo começou com seus pais cientistas. Porém, o mal-estar permanece e o sintoma é o tédio enlouquecedor.
        Agora, entrando na esfera religiosa, podemos citar três exemplos:
        - Católica: quando morremos ficamos em estado de "transe" até que no Apocalipse ou julgamento final, nossos corpos ressuscitarão para sermos mandados para o céu (paraíso) ou Inferno ou ainda o Purgatório, dependendo de nossas atitudes enquanto vivos. A eternidade será de adoração a Deus ou tormento infinito nas chamas de Lúcifer.              
        Problemas: - Uma eternidade de ócio não me parece ser sinônimo de paraíso.
                          - Passar a eternidade sabendo de um parente ou amigo querido pecador queimando e sofrendo para sempre, não encaixa no que chamo de "paz de espírito".
        - Espiritismo: na morte nosso "perispírito" se liberta do corpo e ascendemos à um plano espiritual superior onde somos socorridos ou, devido a fluídos negativos, o espírito é atraído para o Umbral, onde espíritos revoltos e raivosos vivem. Após uma auto-reflexão o espírito é obrigado a reencarnar para expiar erros e/ou aprender novas lições com uma nova vida retornando como um embrião.
         Problemas: - ao reencarnar o espírito não é capaz de lembrar de sua vida anterior. Passar por todas as mesmas experiências da infância, juventude e velhice. Sem as memórias, como progredir?
         - Budismo: todo ser humano vive, nasce e morre. Existe uma força vital que nos acompanha, mas o retorno após a morte é imediato sem lembranças do passado também. Nosso objetivo é visualizarmos que tudo isso é uma ilusão e, assim, escaparmos da roda da vida.
         Problemas: - Ninguém explicou o que acontece depois de atingirmos a Iluminação.
       
         De qualquer forma, o que quero explicar aqui é que uma existência garantida não nos estimula, sensações repetidas viram tormento mesmo as agradáveis. Então, uma vida mais longa seria desejável, mas uma vida eterna seria uma maldição.

          Melhor uma vida curta, mas vivida com propósito do que a eternidade num vazio existencial.

          Seja como seu cão.... vive pouco, mas vive intensamente.

                                     

segunda-feira, 3 de março de 2014

Aparências

          Estamos vivendo um período chamado de mundo de aparências. Nossa vida está tão corrida que estamos avaliando superficialmente as pessoas, esquecendo a essência...
          Nossos valores estão trocados: admiramos somente pessoas pelo que elas possuem. Endeusando mega-empresários, super-modelos e superstar internacionais... riquezas externas.
          Me admira a quantidade de smartphones de última geração vendidos para pessoas que mal sabem utilizar as ferramentas que o aparelho pode proporcionar apenas para exibir como símbolo de status pagando um valor que poderia ser empregado melhor em outras coisas, e por aí vamos...
          Roberto Shinyashiki explora isso numa entrevista contando um caso que aconteceu: "Eu tinha um sócio que precisava de uma pessoa para a contabilidade e me pediu para fazer a entrevista de admissão. A candidata já possuía duas indicações e na entrevista se manteve quieta e calada, não respondia minhas perguntas... Chegou uma hora e falei assim: - "Fulana" você quer trabalhar aqui na empresa, mas você não fala nada, não responde minhas perguntas... e ela falou assim: - Dr. Roberto o senhor está me contratando para cuidar da contabilidade ou para ficar conversando com o senhor? Eu sei trabalhar em frente ao computador, cuidando dos números, cuidando das contas e as pessoas que me indicaram sabem do meu trabalho... eu não sei ficar conversando... Aí, eu cheguei e telefonei... Gente! Contrata a moça!... E aí a gente vê as entrevistas de hoje e vê: - Ele se comunica bem? Quem indicou?... Olha que loucura: 70% das contratações se fazem através de indicação... e onde as pessoas se conhecem? Dificilmente as pessoas se conhecem no ambiente de trabalho, elas se conhecem nas festas, happy-hours, reuniões sociais... ali ninguém está trabalhando... muitas empresas estão quebrando porque não verificam a essência do profissional contratado. Há a necessidade de outros mecanismos para saber se o profissional contratado está de acordo com a política da empresa, se ela tem valores, amor ao próximo... ou, simplesmente, está voltado para resultados não importando os meios."
           O "mostrar ser feliz" é mais importante que o "estar de bem consigo mesmo", construindo um sentido para sua vida e, neste contexto, é impossível ser alegre o tempo todo. As pessoas para se "mostrarem felizes" compram aquilo que não precisam, vivem de aparências, vivem para impressionar os demais mostrando fotos e alardeando aquisições e viagens.
            Yves de La Taille (professor de Psicologia da USP) também trabalha a superficialidade da vaidade na nossa sociedade. Ele diferencia orgulho e vaidade da seguinte forma. O orgulhoso é orgulhoso não importando as opiniões alheias o que ele acha que é ótimo, é ótimo, se concordarem com ele muito bom, caso contrário pouco importa. O vaidoso precisa de platéia, a ostentação se torna inútil sem aplausos.
            Outro ponto que ele aborda é que a vaidade não tem valor moral, "agir moralmente por vaidade" é um termo que fere o conceito de moralidade.
            Um forte argumento que reforça a nocividade dessa sociedade de vaidade e aparências é a forma que a mídia influencia a infância. Mata-se por roupas de marca e mata-se por simples notoriedade sem um fim específico. Talvez os Big brothers da vida influenciem até aqueles jovens que anunciam a própria morte no Youtube e saem atirando em suas escolas e se suicidam logo em seguida... fica a pergunta: Por que anunciar a própria morte num canal de vídeo? Há algo de estranho nessa atitude...
             E continuamos nessa senda de "se mostrar" sem um objetivo claro... assim como andar com carros 4x4 em pleno asfalto como se estivesse num Rally Dakar.
             E esse defeito monstruoso também se reflete na aquisição de cães e gatos de estimação. Alguns proprietários, pouco se importam com a fidelidade ou alegria. Querem apenas mostrar uma raça exótica e desfilar com eles por aí. Se preocupam mais com a estética do bicho do que com a saúde e bem-estar deles.
                         

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Piadas de gato

       O GATO E O RATO
       Um certo dia um cachorro estava correndo atrás de um gato, que por sua vez corria atrás de um rato. Gato e o rato entraram por um buraco na grade de ferro, onde o cachorro não pode acompanhá-los. E, finalmente, o rato entrou por uma fresta conseguindo escapar do gato. Então, o gato começou a enfiar as patas pela fresta tentando agarrar o rato, e o rato quieto...
        Depois de varias tentativas o gato ficou ao lado do buraco em silêncio e o rato começou a ouvir um latido "au!au!au!"... então, o rato pensou: o cachorro chegou... o gato fugiu e eu agora posso sair. O rato, então, saiu e o gato o agarrou... Epa!! Espere aí!!- falou o rato. Não tinha um cachorro aqui!... O gato disse: Ô meu amigo... Nesse mundo globalizado quem não fala duas linguas passa fome!!
  
         CHARADA
         Como se faz para tirar leite de um gato?
      ..............puxando o pires.

         JOAQUIM E O GATO
         Certo dia Joaquim resolveu dar um fim em seu gato; colocou o gato no carro, rodou 10 Km à fora e largou o gato.
          Assim que chegou em casa, o gato chegou atrás.
          - Mas não é que esse danado voltou!?
          O português colocou o gato no carro novamente, e levou a gato mas longe, entrou a esquerda, a direita, a esquerda, a direita..., e soltou o gato, olhou para um lado, para o outro:
          -"Kuralho", estou perdido!
          Resolveu ligar para casa:
          -Ó Maria aqui é Joaquim, eu acabei de soltar o gato e estou perdido.
          E o gato apareceu por aí?
          -Ele acabou de chegar aqui no portão Joaquim.
          - Então coloca ele no telefone para me explicar o caminho!

          SOCORRO
          A central da polícia recebe uma chamada:
          - Socorro, socorro!!Mandem uma viatura correndo aqui!Tem um gato invadindo minha casa!!!
          -Tem um quê senhor?
          -Um gato!!Venham rápido!!
          -Mais quem está falando?
          -O papagaio caralho!

                          
      

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Pessoas importantes e seus animais de estimação (2)

CHARLES CHAPLIN
Carlitos e Scraps no filme "A dog's Life"


MAURÍCIO DE SOUSA
Maurício de Sousa e seu schnauzer Bidu


MICHAEL JACKSON
Michael Jackson tinha medo de cães (aparentemente seu pai criava cães de briga), mas mantinha um zoológico particular em casa. Na foto com o cão Cléo que ajudou a superar esse medo.


ERNEST HEMINGWAY
Ernest Hemingway e um dos seus gatos